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Herodes Agripa, um rei judeu na corte romana dos Cláudios

Depois de Aristóbulo IV, príncipe da Judeia, ter sido acusado de traição contra o seu próprio pai (Herodes, o Grande) e condenado à morte em 7 a.C., o seu filho Herodes Agripa, de 3 anos de idade, foi enviado para Roma para ser educado pela família imperial. Tibério acolheu-o e educou-o ao lado do seu filho Druso, quatro anos mais velho, com quem forjou uma grande amizade, compartilhada igualmente com Cláudio, da sua idade.

 

Herodes Agripa

 

Depois da morte de Druso, Herodes Agripa foi obrigado a sair de Roma e passou alguns anos recolhido em Edom. Voltou à capital do Império e foi recebido de novo por Tibério Gemelo. Na segunda permanência em Roma, aproximou-se de Calígula, com o qual partilhava características extravagantes. O futuro líder assegurou-lhe o título de rei e os territórios nos quais Herodes Filipo, seu tio e primeiro marido da sua irmã, Herodias, exercia a tetrarquia: as colinas dos Golan, Bataneia, Lajat e Auranitis, a que somou mais tarde a tetrarquia da Galileia e Pereia, onde exercia Herodes Antipas, segundo marido de Herodias.

 

Com a morte do imperador Calígula, Herodes Agripa apoiou a coroação de Cláudio e recebeu como recompensa o domínio da Judeia e Samaria, convertendo-se assim num dos príncipes mais poderosos do Oriente. No ano 44, morreu repentinamente em Cesareia, enquanto se celebravam jogos em honra de Cláudio.

O suicídio de Nero: "Que artista morre comigo!"

Na manhã de 9 de junho de 68, Nero despertou sozinho, abandonado e espoliado por quantos o tinham aclamado imperador durante 14 anos. Fora privado de uma morte rápida. Junto dele, ficaram Epafrodito, Néofito, Esporo e Faon, que ofereceu ao imperador a sua villa, a quatro milhas de Roma, como último refúgio. Partiram todos a cavalo disfarçados de escravos e, ao chegarem a casa, encorajaram Nero a matar-se, pois, se os soldados de Galba o apanhassem com vida, seria seguramente torturado.

 

O Suicídio de Nero

 

Repetindo o lamento "Qualis artifex pereo!" ["Que artista morre comigo!"], Nero ordenou que lhe fosse escavado um túmulo e que lhe oferecessem os rituais mínimos devidos a um defunto. Ao ouvir o galope dos cavalos que se avizinhavam, Nero cravou o punhal na garganta. Os seus libertos sepultaram-no entre a via Salária e a Nomentana. O Senado, desarmado durante todo o seu reinado, condenou-o à damnatio memoriae e todas as suas estátuas e inscrições foram obliteradas. Curiosamente, o teatro romano de Olisipo (Lisboa) não cumpriu a ordem e manteve a dedicatória ao imperador.

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