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Crepúsculo do Homem - Ensaio de uma Crítica da Pós-Modernidade (Prólogo)

Breve ensaio filosófico redigido em março de 2013 por Carlos Manuel Costa.

Contato: carlosmbdacosta@gmail.com

 

Prólogo

 

Para todos os eremitas que vivem nas cumeadas, numa orgulhosa solidão, a pós-modernidade apresenta-se como uma doença incurável e contagiosa; felizes são esses visionários que habitam em lugares onde o ar é mais puro e o silêncio é rei e senhor! A grande maioria dos homens já foram infetados, e sendo assim devemos ser o mais brandos que seja possível para com os doentes e centrar o máximo da nossa atenção na doença que os tiraniza. Este mal não sente piedade para com toda a elevação e dignidade; retribuímos com a mesma moeda, seguros que ainda poderemos encontrar ouvidos sensíveis que compreendem a nossa angústia.

 

Crepúsculo do Homem (Prólogo)

 

Formadora de rebanhos, a pós-modernidade diminui o valor dos homens, colocando-os todos ao mesmo nível. O seu imperativo é «somos todos iguais», cuja consequência é óbvia para os poucos que têm os olhos abertos: a ausência de homens superiores que poderiam apontar, com o dedo bem firme, novas direções a tomar ao conjunto da humanidade. Esses titãs, homens mais raros e excecionais, forjados a partir dos metais mais preciosos, que criam justificações para as ações humanas, encontram-se impossibilitados de surgir na atualidade, porque a ideia de igualitarismo criou raízes nas próprias fundações do mundo; o que se quer hoje é um tipo de homem comum. Todos aqueles que erguem a cabeça entre o numeroso rebanho são atingidos por um exército de vexames — e bem lá no fundo, os pós-modernos até sentem vontade de lançar uma grande gargalhada quando ouvem falar em «homens superiores». A conservação de um modo de viver que podemos definir como estar no mundo recebe hoje as maiores honras neste imenso deserto que nos rodeia.

 

Mas no outro lado da barricada, nós, os poucos que não temos medo de falar daquilo que sabemos, preparamos o nosso arsenal e, dando um passo corajoso em frente, entregamos ao embaixador da pós-modernidade uma declaração de guerra! Conscientes da dificuldade da tarefa, mesmo assim não hesitamos — que temos nós a ver com hesitações? Ainda existe a possibilidade de uma grande vitória!

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