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História de Caminha

Caminha é uma povoação muito antiga. Nas imediações existem ainda vestígios de civilizações pré-históricas, como mamoas, dólmenes e castros. Mas a cultura dominante nesta zona foi a castreja. Na organização paroquial dos suevos, no século V, aparecem os topónimos "Camenae" ou "Camina". Do período da romanização ficaram pontes, caminhos e monumentos.

 

Caminha

 

Em 1060, Magno de Leão designou Caminha como sede de um condado que denominou "Caput Mini". Meio século depois, Edereci localiza "um forte castelo em ilha a montante da foz do Minho" e outro "acima do precedente em terra firme e eminente".

 

Devido à sua situação geográfica, Caminha constituiu um ponto avançado na estratégia militar portuguesa na luta contra castelhanos e leoneses. D. Dinis mandou aumentar as muralhas e construir mais duas torres, elevando para treze o seu número. Em 1284, concedeu ao concelho o primeiro foral.

 

Em 1321, foi criado o concelho vizinho de Cerveira e nele foram incluídas algumas freguesias de Caminha. A vila conservou-se sempre na posse da Coroa até que, em 1371, D. Fernando criou o Condado de Caminha, fazendo seu primeiro conde D. Álvaro Pires de Castro. D. João I doou-o, em 1390, a Fernão Martins Coutinho, concedendo-lhe também o privilégio de "povo franco". Esta medida levou ao desenvolvimento da vida marítima e o comércio locais. Do seu porto partiam barcos para diversas partes da Europa. Em 1512, D. Manuel I concedeu-lhe novo foral e ordenou a reconstrução do Forte da Ínsua, que visitou na sua ida para Compostela.

 

Durante e depois do período da Restauração, foi criada em Caminha uma alcaidaria-mor, nomeando-se para ela o quarto morgado de Barbeita, Rodrigo Pereira de Sotomaior. Foi durante o governo deste e de seus filhos que se executaram todas as obras de defesa exteriores de Caminha, iniciadas em 1642 e terminadas em 1685.

 

Na segunda invasão francesa, em 1809, Caminha foi atacada pelas tropas do marechal Soult, mas a ajuda da população às poucas tropas do tenente-coronel Champalimaud acabou por impedir os franceses de entrar na vila.

 

Nas últimas décadas, Caminha tem assistido a um intenso crescimento do turismo, principalmente na época balnear.

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