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Cristóvão Colombo - 1492: A Conquista do Paraíso

Cristóvão Colombo

Cristóvão Colombo

 

Há 500 anos, a Espanha era uma nação tomada pelo medo e superstição, regida pela Coroa e uma impiedosa Inquisição que perseguia os homens por ousarem sonhar. Um homem desafiou este poder. Levado por seu senso de destino atravessou o mar da escuridão em busca de honra, ouro e a glória maior de Deus. Esse homem foi Cristóvão Colombo.

 

Os Bach antes de Sebastian

Quando Sebastian nasceu, a música fazia parte da família Bach há mais de 100 anos: músicos tinham sido também os seus avós, os seus tios e os seus primos; músicos viriam a ser alguns dos seus numerosos filhos.

 

Bach

 

A história dos Bach coincide com a transformação do ofício de músico entre os séculos XVI e XVIII: do amadorismo da época em que tocar um instrumento era apenas uma distração até à profissionalização de quem desempenhava um serviço na cidade; desde o tempo em que a música fazia parte das tarefas de um criado de corte até à época em que um compositor se tornou uma glória da cultura nacional.

 

"Johann" era quase um nome de família para os Bach, que em casa e em público costumavam chama-se pelo último dos nomes. E se Sebastian conseguiu reconstruir a árvore genealógica da família, o pai Ambrosius tinha, por seu lado, recolhido as obras dos antepassados, organizando-as numa espécie de antologia destinada aos filhos e aos netos que quisessem aperfeiçoar o seu estudo.

 

Esta coletânea, conhecida por Alt-Bachisches Archiv (Antigo Arquivo Bachiano), foi depois completada por Sebastian e, mais tarde, por um dos seus filhos, Carl Philipp Emanuel, a quem tinha sido entregue a conservação da árvore genealógica. Inclui na globalidade 20 composições de vários géneros, na maioria cantatas sagradas que testemunham a profunda tradição religiosa da família.

Johann Sebastian Bach e a Era Barroca

Johann Sebastian Bach viveu numa época de mudanças que, ao longo de 65 anos (1685-1750), transformaram profundamente a sensibilidade do homem europeu: a era barroca e a música foram o fulcro deste tempo.

 

Johann Sebastian Bach

 

Vivaldi e Corelli inventam a linguagem da orquestra moderna, Händel e Rameau a do melodrama, Buxtehude e Scarlatti elaboram um virtuosismo rico de expressão, enquanto artesãos como Stradivarius e Silbermann deram à música barroca o esplendor das novas cores instrumentais.

 

Foram travadas batalhas musicais entre cantores e inteletuais, enquanto o impulso de príncipes e mecenas favoreceram o nascimento de um estilo ligeiro e galante.

 

Diante de tanta variedade, apenas uma experiência é considerada irrenunciável na época do barroco: a procura da beleza.

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